Se alguém na família teve câncer de mama, você também pode ter? O Bem Estar contou a história da família da empresária Socorro Silveira. Ela é a quinta das cinco irmãs a encarar o câncer de mama. A primeira foi a Maria do Carmo, a mais velha, que morreu por causa de complicações da doença, 22 anos atrás. A Fátima ainda se recuperava da perda da irmã quando recebeu o diagnóstico.

Depois dos primeiros casos, as outras irmãs passaram a fazer exames regulares. Isso ajudou a Olímpia a descobrir o câncer logo no início. Pela idade, Cândida deveria ter sido a última a ter a doença, mas furou a fila e também foi diagnosticada.

O câncer de mama de origem hereditária representa de 5% a 10% dos casos da doença no país. A explicação é uma mutação nos genes. “Acontece na célula germinativa e é passada de geração em geração. Então um filho de um portador com a mutação tem a chance de herdar 50%”, explica a mastologista Cláudia Studart.

Cada paciente representa uma família inteira em risco. A partir daí essas famílias têm que ter um acompanhamento médico e um aconselhamento genético.

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